Nos meus melhores dias,
Eu costumava sonhar!
Hoje quase tudo é tão insignificante,
Ainda bem que posso olhar as estrelas.
Tenho perguntado ao mundo infinita vezes,
Onde estão meus sonhos de verdade,
Agora só sonho com o que já sei que irei conquistar
E isso é tão pequeno,
Onde está uma alma de verdade, com a qual, a minha possa se relacionar (para sempre) ?
Meu passado é um precipício,
Estou saindo dele,
Com uma corda pequena!
E quando encontrar a luz,
Posso julga-lo melhor - é na calmaria que devemos julgar.
Na raiva tudo é incerto,
Na raiva os homens matam uns aos outros,
E julgam mal todas as coisas..
Devemos esperar a calma e a razão para julgar!
Foi assim que aprendi a amar,
E na calmaria que amamos a vida,
Pequenos poetas,
Não se ama ninguém na raiva!
Sinto-me como nunca me senti antes,
Não sei ao certo - quase tudo é insignificante.
Não espero nada de ninguém,
E isso é ruim!
Uma índole ruim,
Nunca combina com grandes poetas!
Despertar o amor com quem não deseja amar..
E um crime terrível contra as almas!
Logo, logo
Acerta-se as contas
Com outra alma pior..
E assim que o que não presta
Se une ao que presta menos ainda.
Não espere fantasias,
Quando não esta preparado para vive-las!
Não espere que alguém mude de repente,
Se não aprendeu a amar
A dor pode responder - o que vida esqueceu-se de perguntar.
Não é quando o dia nasceu belo,
Nem quando a noite caiu sob o sono,
E quando o tempo corre e a imagem surge!
E quando silencio vem esmagador com verdades
Inegáveis e insubstituíveis,
Ah como os poetas sabem bem sobre o que digo!
Ele fala o que nossos atos, não sabiam ouvir
O que nossos xingamentos não sabiam expressar.
E o silêncio com o tempo, falam sempre a verdade!!!
E o silêncio com o tempo, ambos juntos,
Dizem sempre a nós a verdade!
E devemos segui-lá.
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